Tratamento Ludovico | Onde as ideias nascem
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Não há preço que pague…

out 28th, 2009 by Murilo Romulo

Passeio São José-Jambeiro, por uma bela trilha.

Agradecimento ao pessoal do VeloTerra MTB pelo vídeo.

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Isso que é (são) propaganda(s) [proibidas] – Citroen Xsara e Guaraná Antarctica

out 26th, 2009 by Murilo Romulo

Como o blog anda meio desatualizado, aí vai um combo de propagandas. Uma não tem muito a ver com a outra, tirando o fato de terem sido proibidas/censuradas. Sensacionais, sem sombra de dúvidas, talvez por isso tenham sido censuradas.

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Ética e desenvolvimento ficam onde?

out 1st, 2009 by Murilo Romulo

Muitos veem o Brasil como um país subdesenvolvido, de uma população “ignorante” e com atitudes lamentáveis. Dinamarqueses são civilizados, certo?

Errado. Para demonstrarem que são “adultos” e “maduros”, jovens massacram golfinhos Calderon. Maduros onde?
 
Korn – Got the Life

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Era o que faltava: o adiamento do novo ENEM

out 1st, 2009 by Murilo Romulo

Um ano de mudanças. 2009 será lembrado por todo vestibulando como um ano atípico, cheio de mudanças nos grandes vestibulares, especulações, boatos e muitas incertezas. Para melhorar ainda mais, surge a tal da nova gripe (também conhecida como gripe suína). O caos para aqueles que tanto se dedicaram por tanto tempo. Tudo que não queriam, aconteceu.
A maior mudança, entretanto ficou por conta do novo ENEM. Até então, o exame era tido como tranqüilo para aqueles que aspiravam por uma vaga no ensino superior público. Para esse ano, claro, tudo mudou. A dúvida se instalou na cabeça dos vestibulandos. Ninguém sabia como seria, o que seria, como seria cobrado. Aos poucos, as dúvidas foram diminuindo, com simulados, discursos daqueles envolvidos na preparação e tudo o mais. A hora estava próxima e, claro, para alegria de todos que brigam por uma vaga na faculdade, mais problemas. Uma fraude e o ENEM está adiado. Para quando? Ninguém sabe; no máximo, daqui 45 dias. Foi difícil acreditar, mas cancelaram um exame para 4,1 milhões de estudantes dois dias antes de sua realização.
Agora? Resta a nós, estudantes, aguardarmos a nova data e… ESTUDAR! Se antes pelos menos sabíamos quando seria o ENEM, agora nem isso mais.
 
Cream – Politician

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O Brasil comprando a briga em Honduras

set 22nd, 2009 by Murilo Romulo

Há quase 3 meses, mais precisamente no dia 28 de junho passado, o mundo acompanhava em Honduras, na América Central, algo muito visto na região durante a Guerra Fria. O presidente Manuel Zelaya, eleito em 2006 para mandato até 2010, foi deposto pelas Forças Armadas do país, em sintonia com Parlamentares. Desde então, Zelaya não pode mais entrar no país. Quando tentou ao território hondurenho, foi ameaçado de prisão por parte do governo de Roberto Micheletti, eleito de maneira indireta pelo Congresso.

A causa do golpe de Estado remete a uma tentativa de realização de um plebiscito para uma possível mudança na Constituição hondurenha. Zelaya tinha a intenção de realizar o plebiscito juntamente com as eleições presidenciais em 29 de novembro próximo. O Congresso, entretanto, aprovou uma lei que proíbe a realização de votação 6 meses antes ou depois das eleições, o que impossibilitaria a realização. O estopim se deu com a tentativa de de um pré-plebiscito, marcado para 28 de junho. O Congresso e as Forças Armadas foram contrários, o que resultou na retirada do cargo do chefe militar do país.

Decidido a realizar o referendo, Zelaya buscou ajuda de partidários, porém exatamente no dia que estava marcado para ser realizada a pré-votação, teve sua casa invadida por militares logo pela manhã. Foi preso e deportado do país, tendo sido acolhido por diversos países latino-americanos. Com a subida de Roberto Micheletti ao poder, nenhum país reconheceu o governo e a Organização dos Estados Americanos (OEA) proibiu a participação de Honduras na Organização. Além disso, países como Brasil e Estados Unidos romperam relações formais com o país da América Central, principalmente no âmbito econômico.

Hoje, dia 21 de setembro, o presidente Zelaya retornou ao seu país. Após ser impedido de pousar uma vez e ameaçado constantemente de prisão, a Embaixada do Brasil em Honduras cedeu abrigo ao político deposto, que entrou misteriosamente no país, sem autorização e correndo o risco de ser preso pelos militares. Imediatamente após a volta de Zelaya, diversos manifestantes pró-Zelaya foram às ruas demonstrar apoio.

O governo de Honduras se manifestou pedindo ao Brasil que entregue Zelaya à justiça, para ser julgado no país. O governo brasileiro, entretanto, já se demonstrou contrário ao golpe e não reconhece o governo de Micheletti. A posição brasileira segue a posição de Hugo Chavez, Evo Morales, Rafael Correa, gerando críticas por parte de oposicionistas. Tal posicionamento, todavia, é apoiado por todas as nações do planeta, inclusive algumas como Colômbia e Estados Unidos, exatamente opositores aos presidentes citados anteriormente. Dessa forma, uma crítica ao governo brasileiro quanto à política “alinhada” ao presidente venezuelano Hugo Chavez é totalmente descabida.

A atitude tomada pelo governo brasileiro demonstra a “preocupação” para com as relações políticas internacionais, principalmente na América Latina. É evidente que o Brasil exerce uma posição de liderança em especial na América do Sul. Além disso, os interesses brasileiros no âmbito da diplomacia internacional com certeza pesam em decisões como esta. O fato de nosso país ambicionar um lugar de destaque no cenário geopolítico acaba influenciando ainda mais tal liderança. O retorno de Zelaya ao poder em Honduras é interesse mundial e a liderança brasileira no processo passa uma boa imagem aos líderes do mundo todo. Nada mais correto para alguém que aspira um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU.

Em síntese, um bom trabalho da diplomacia brasileira.

Cazuza – Faz Parte do meu Show

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Egofobia

set 18th, 2009 by Murilo Romulo

Vimemos conhecendo pessoas, fazendo amigos e amigos. Amigos ou não. Amigo sim, amigos não. As vezes achamos, sempre erramos. Quando acertamos, é de verdade; e errar é normal, é humano. Há quem jure estarmos certos, mas no fundo estamos errados. Bom seria se sempre estivéssemos certos.

Infelizmente, um pé sempre tem que ficar atrás; questão de preocupação. Aquela coisa: parece, mas (no fundo) não é. Claro que o estado de “indiferença” acaba sendo a melhor opção. A questão é a existência de ambientes nos quais temos que ser predominantemente “cegos” e “surdos”. Pelo bem de minha saúde e de minha mente, prefiro ser assim com alguns muitos, em alguns ambientes.

Sunshine of your love – Eric Clapton e Orquestra Sinfônica de Londres

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Recordando… Twister, alguém lembra?

set 15th, 2009 by Murilo Romulo

Recentemente, em minha estadia em São Paulo, recordei algumas tantas músicas ruins na companhia de alguns amigos. Claro, que uma ou outra acaba ganhando destaque. Como meu grande amigo Yama destacou, a letra de uma música chamada 40 Graus, da banda Twister merece uma análise. Para quem não lembra, a banda foi liderada pelo vocalista Sander e teve uma carreira relâmpago, aparecendo em 2001 com músicas entre as primeiras colocadas nas “paradas de sucesso”. Logo depois o vocalista foi preso por tráfico de drogas e a banda sumiu totalmente. O maior sucesso, 40 Graus de Febre, nunca será esquecido por cada brasileiro. Coloco aqui a letra, entre parenteses, uma análise de cada verso.

A cada dia, a cada vez (chorei, quase)
Que eu te vejo, ali no play, (Play? Oi? É de comer?)
Eu fico tonto, eu fico mal (Mal por ver no “Play”?)
É claro que nada é igual! (Filosófico demais)
Como se eu andasse (…)
no sol sem chapéu… (Ahnnn???)
Como se meus dedos tocassem (Ui)
o inferno e o céu! (Ver no “play”, ficar mal, sem chapéu… ahnnn?)
Por trás do meu óculos ray-ban (Tudo a ver, né?)
Eu te vejo todas as manhãs… (Todo mundo!!!!)
Todas as manhãs… Todas as manhãs… (Chorei!)

Meu amor, esse amor (Ahh que lindo)
Dá 40 graus de febre (Amor que dá febre? Tadinho, vai morrer)
Queima pra valer… Queima pra valer… (Sugestivo para uma banda campineira)
É assim como o sol (6000ºC oO)
Derretendo toda a neve (Derreteu e evaporou)
Dentro de você… Dentro de você… (Neve, dentro de uma pessoa?!?!)
Queria tanto poder perguntar (…)
Mas a resposta, sua resposta qual será? (Perguntar o que? oO)
Se eu fico mudo eu mesmo digo não! (Quem cala consente… ou não! Desde que mudo… ou não!)

Ok! ok! Só mais uma vez… (Vai, todo mundo!!!)
Ando assim até o fim da street (MELDELS!)
E você me olha mais sweet (Uma rima em inglês, a próxima é em turco)
Os seus olhos são quase um mar (Chorei, de novo)
Que eu queria tanto mergulhar (Mergulhar nos olhos… Profundo!)
Sei que isso é um drama (EMO!)
Que eu estou exagerando (Então por que cometeu o crime de escrever a música?)
Mas não é assim que age (Comofas?)
quem tem esses anos? (Uma criança apaixonada?)
Até eu ter coragem de dizer (Ahn?)
Que eu quero… Que eu quero você… (Ohhh, que belezinha)
Que eu quero você… Que eu quero você… (Chorei, mais uma vez!)
 

 Lendo essa obra-prima de letra eu sinto que falta algo. Falta noção para um músico escrever algo desse tipo. Falta mais noção por parte das pessoas por ouvirem algo tão… Peculiar! Sério, versos tocantes, com uma lógica absurda. Sinceramente, tenho medo da música brasileira, muitas vezes.

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O poder do simples

set 1st, 2009 by Murilo Romulo
O poder do simples

Vida corrida… Estudos, aulas, provas, vestibular… Nada como uma bela tarde em cima de uma bicicleta, curtindo a natureza… Ira! – Flores em Você

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Isso que é Propaganda – Levi’s “Irmão Cego”

ago 24th, 2009 by Murilo Romulo

Novamente venho com uma propaganda da mundialmente famosa marca de jeans. Novamente, claro, uma campanha publicitária sensacional, digna de ser aqui postada. Mesmo tendo pesquisado, não consegui descobrir se o real nome da campanha é Blind Brother, ou Irmão Cego. De qualquer forma, o que vale é a criatividade e genialidade.

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Falta Ética (e razão)

ago 23rd, 2009 by Murilo Romulo

O Brasil tanto luta para se inserir no mundo dos países desenvolvidos. Até comemora o fato de ter sido classificado como tal pelo Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH. Apesar da “conquista”, pode-se dizer que é uma grande ilusão considerar nosso país realmente desenvolvido.

Creio que podemos observar o desenvolvimento de um país por meio de sua população. A educação e o respeito para com o próximo é um fator chave para se diferenciar o desenvolvido do não-desenvolvido. Em países europeus, um funcionário de uma fábrica estaciona seu carro mais longe da entrada, mesmo chegando mais cedo; pensa em teu colega que terá menos tempo para descer do carro e “bater cartao”. Já no Canadá, em uma estrada “de roça”, os ônibus escolares não vão para o acostamento quando param, e o transito dos dois lados da estrada é interrompido, pois a parada do ônibus indica que uma criança atravessará a pista. No Brasil, situações como as descritas não são nem imaginadas.

Durante essa semana, saí para andar de bicicleta e estive próximo de uma cena lamentável. Estava em uma das principais avenidas de minha cidade (Avenida Brasil, para quem conhece), andando, embalado, em uma daquelas “ciclovias” que podemos melhor chamar de “ciclofaixa”. Logo a frente, um ônibus circular encostava para a pista da direita, quando uma van fretada não esperou o ônibus completar a manobra para ultrapassá-lo. A van simplesmente invadiu a ciclofaixa, batendo no guidão da bicicleta de um sujeito que vinha na ciclofaixa, na contramão, entretanto. Para piorar a situação a van nem cogitou parar para verificar se havia ocorrido algo de mais sério com o sujeito.

Felizmente, o sujeito rapidamente se levantou, não sofreu nenhuma lesão séria, subiu na bicicleta e saiu andando normalmente. Não digo que o sujeito teve razão, pois ele andava na contramão, já que a há uma ciclofaixa de cada lado da avenida (nela, há um rio passando no meio). Por outro lado, nunca ninguém espera que uma van sem noção entre na ciclofaixa, sem nem olhar se há ciclistas. Em questão de segundos eu que estaria passando pelo local onde o ciclista foi atropelado.

Disso, vem meu questionamento? De quem é o erro? Não podemos dar razão para o ciclista, já que estava na contramão; bicicleta é considerado um meio de transporte como qualquer outro e exige que o ciclista respeite as leis de trânsito. Também a razão não é da van, já que não deu seta indicando que sairia para a direita e invadiu a ciclofaixa. Seria então falha da Prefeitura, que simplesmente implantou uma ciclofaixa em uma via que não fora construída com tal finalidade, dando aos ciclistas a falsa sensação de segurança? É triste relatar isso, mas com um pouco mais de ética, respeito e bom senso poderíamos evitar situações como estas e acidentes mais graves. Infelizmente o “jeitinho brasileiro” da Prefeitura, com a implantação de uma “ciclovia” em uma via principal, a falta de respeito e cuidado do motorista e do ciclista fizeram mais um acidente. Lamentável.

 

Led Zeppelin - Moby Dick

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