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Odeio o cinismo,
Odeio a minimização
A ética falha,
A passividade
Odeio a infantilidade,
Rejeito o achismo.
Ojeriza à vaidade
E o poder do dinheiro
Odeio os que querem,
Pensam e acham que são
Algo de alguém
Se não sabem quem são
Amo, Amo
Àqueles que são
Os típicos seres,
Seres, seres humanos
Rejeito o óbvio,
Odeio a omissão.
Para não ser implicante,
Amo as vacas
Falta de paciência…
Ira! – Flores em você
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4 de março de 2009 às 0:59
Se eu entendi essa bagaça, da qual gostei muito, creio que foi uma resposta muito mais bonita e complexa, mas não menos enigmática.
Mas confesso uma coisa. Você começou e terminou me confundindo. Tomara que o hamor e falta de paciência sejam referências simples. Se forem sarcásticas espero não ser nenhum desses versos.
xD
beijosmeliga.
ps: Realmente muito bem escrito. Prefiro assim.
4 de março de 2009 às 19:39
Realmente, o “Hamor” e a “falta de paciência”, assim como os “odeio”, foram pequenas referências. A primeira, ainda com um duplo sentido, conferindo entendimento ao título do poema.
Há um certo mistério, como forma de criar uma confusão, por assim dizer. Fico feliz que tenha gostado.